terça-feira, 4 de outubro de 2011

AMP support Taur, Fretilin has less Interest in Taur


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October 4, 2011 language source: Tetun

MP Vidal "Riak Leman" de Jesus from the Social Democratic Party (PSD) said some MPs from the Parliamentary Majority Alliance (AMP) support Major General Taur Matan Ruak to announce his presidential candidacy, but Fretilin has no obsession for Taur's candidacy. Fretilin thinks Taur is not in their list of candidates.

MP Riak Leman said Taur is suitable to announce his candidacy as he has spirit of nationalism and patriotism.

"He is suitable for announcing his candidacy as he has spirit of nationalism and patriotism and I do believe that he is capable of becoming president, "we know him well that he is a veteran who got involved in war during 24 years for the national liberation this is because he loves this country rather than another person," MP Riak Leman said.

He added that his party has not yet to appoint someone who will announce his presidential candidacy. MP Francisco Miranda Branco from Fretilin, said Fretilin has no obsession against Taur to announce his candidacy, adding that all the citizens have absolute rights to announce his candidacy for president. In addition, Jose Teixeira, a Fretilin MP said, Taur is not important for his party as his party has better candidates such as Mari Alkatiri to run for the presidency.

MP Aderito Hugo da Costa from the National Congress for the Timorese Reconstruction (CNRT) said his party will make decision in January next year, who will be nominated from his party to announce his candidacy.

Kandidatura ba Prezidente Republika, CNRT Sei Decide Iha Janeiru 2012


Breaking news, Partidu CNRT liu husi Deputado Romeo Moises iha parlamentu nasional, Terca feira ohin (4/10) konfirma katak CNRT sei apresenta kandidaturaliu husi konferencia ne'ebe sei halao iha janeiro 2012.

Lideransa partidu CNRT sempre iha hanoin katak desizaun final tenke liu husi konferensia nacional, Konaba fo apoio ba kandidatu independente, Romeo  hatan katakkonferensia nasional ne mak sei define.

“Partidu CNRT iha figura nebe mak ami sei fo apoia maximu maibe ne’e desizaun kolektivu, Laiha ema ida mak hasai desizaun sem konhesimentu husi diresaun nasional,distrital,sub-distrital no sucos tamba partidu ne’e orgaun bo’ot ida” Moises reafirma. (Francisca Cecilia/CJITL)

CNRT Sei Hetan Vantajen Bo’ot Iha Elisaun 2012

Posting Husi : Josefa Parada



DILI-Xefi bankada CNRT, Deputadu Aderito Hugo, hateten partidu CNRT ninia roda lao nafatin to’o iha nivel nasional, tanba ne’e CNRT  konfia sei hetan vantajen bo’ot atu hetan votus  iha elisaun jeral 2012.

“Iha situasaun ne’e, ita bele imajina, partidu CNRT ninia roda lao nafatin, husi nivel nasional ba to’o iha baze, ami konfia, no ami sei hetan tan vantajen bo’ot  atu  hetan votus  iha elisaun jeral 2012,” hateten Deputadu Hugo ba STL  iha uma fukun PN, Segunda  (3/10).

Xefi bankada CNRT ne’e hateten, iha 2012 partidu hotu-hotu hare ba kestaun rua, hanesan elisaun Presidenti Republika, Pozisaun partidu CNRT  ne’e nian atu ba kandidatura  PR, sira formalmente  bele hasai iha konfrensia  nasional nebe’e  sei halao iha  Janeiru tinan oin.

Deputadu Hugo hatutan, Vantajen konaba CNRT ninia apoiu, fulan tolu partidu ne’e iha 2007 kompete  elisaun jeral 2007, bele sai segundu mais votadu. Depois elisaun 2007, CNRT  hetan tan konfiansa  hodi halo aliansa ba ukun kaer poder durante tinan lima. 

Partidu CNRT halo konsolidasaun iha Suku Uaigae hodi hein Vitória iha 2012

Addthis
Dili-Partidu Kongresu Nasional Rekontrusaun Timor Leste (CNRT) hala’o konsolidasaun iha Suku Uaigae hodi konsolida Militante sira hodi hein Vitória iha 2012.

Iha konsolidasaun ne’e Sekretáriu Jeral Partidu CNRT, Dionísio Soares Babo hateten katak CNRT hamrik tamba haree ba Nasaun ne’ebé foin mak hetan nian independénsia maibe iha 2006 Nasaun ne’e monu fali ba rai kuak,  ne’e duni Maun Bo’ot Xanana ho Veteranu sira tomak hodi fanun fali CNRT hamrik hodi salva fali Nasaun no Povu.

“Partidu CNRT hamrik tamba Nasaun foin mak sai husi funu nian laran hodi hetan ukun an maibe iha 2006 akontese tan krize bo’ot ida hodi halo povu la fiar ona instituisaun governu nian ne’e duni Maun bo’ot Xanana ho Veteranu sira hamutuk hodi fanun fali CNRT atu hamrik fali hodi salva rai no povu ida ne’e ba dala rua tan”dehan Sekretáriu Jeral Partidu CNRT, Dionísio Babo iha Suku Uaigae,Sub-Distritu Vemasse,Distritu Baucau,  Sábadu (01/10) Iha parte seluk,  hanesan Koordenador Partidu CNRT Sub-Distritu Vemasse, Alberto Soares hateten katak Partidu CNRT tama iha Suku Uaigae tamba haree ba Figura Maun Bo’ot Xanana nian ne’eduni ohin loron Partidu CNRT hodi hamrik iha Suku Uaigae.

“Partidu CNRT hamrik iha Suku Uaigae tamba haree ba figura Maun bo’ot Xanana  nian ne’e duni ohin loron Partidu CNRT hodi hamrik iha Suku ida ne’e hodi hatudu ba Militante katak CNRT hamrik ona iha Suku ida ne’e”dehan Alberto iha Konsolidasaun ne’e.

Iha fatin seluk,  hanesan Xefe Suku Uaigae, Marcos Pereira hateten katak nia fo parabéns ba koordenador Vemasse ne’ebé lori Partidu CNRT tama iha Suku Uaigae ne’e hatudu katak iha Suku Uaigae iha duni demokrásia hodi simu partidu Polítiku hotu-hotu atu bele mai fahe programa partidu nian ba Militante iha Suku ida ne’e.

Kapasitasaun Ba Feto CNRT


CJITL Eleisaun, Grupu Feto Partidu CNRT husi distritu Maufahi hamutuk ema nain 40 partisipa iha programa kapasitasaun   konaba Papel feto iha vida Politika.

Koordenador programa kapasitasaun Patrosinu Fernandes dos Reis hateten objetivu husi formasaun ne'e atu kontinua kapasita feto CNRT iha vida Politika inklui prosesu desenvolvimento Nacional iha Timor Leste.

Patrosinu Fernandes konsidera papel feto   sai hanesan xave importante  atu  alkansa objetivu desenvolvimentu Nacional.

Programa kapasitasaun loron ida ne'e servisu hamutuk ho organizasaun Feto CNRT ho agencia Internacional IRI   ne'ebe foka liu ba orientasaun no dezenvolvimentu feto iha vida Politika Partidu no Nasaun.

DISCURSO DE SUA EXCELENCIA KAY RALA XANANA GUSMAO POR OCASIAO DA CERIMONIA DE DOUTORAMENTO HONORIS CAUSA ATRIBUIDO PELA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

Reitor Cancelário da Universidade de Coimbra,
Prof. Doutor João Gabriel Silva
Ilustre Director da Faculdade de Letras,
Prof. Doutor Carlos André
Prof. Doutor Eduardo Lourenço
Excelências
Prezados Convidados
Caríssimos amigos

É com incontrolável emoção que me encontro aqui perante vós.

A surpresa, como imediata resposta a um ‘sms’ que me foi dado a ver, acariciou o ego, que cada ser humano possui como reduto intocável, do bem e do mal, e afligiu a minha mente com uma curiosidade incrédula.

E, um ‘não, não, não é possível’ esboçava a busca do porquê deste imprevisto da vida, na tentativa de desvendar que potencial teria transparecido à magnânima leitura da Faculdade de Letras, para a induzir, assim, a uma escolha, talvez pouco merecida.

E em remorsos, descobri-me na consciência vagante de aluno ‘ad eternum’ da Faculdade de Direito, como cidadão latente de Conímbriga, munido de um passaporte de cumplicidades.

E foi assim nessa simples interacção, no repositório dos tempos, que uma pessoa, como eu, podia sentir-se integrada, por coação do acaso ou por suposição de mérito.

Infelizmente, a vida é esta interacção, do indivíduo com o colectivo, desde a sua dimensão ínfima à grandeza e expansão do macro, neste cosmos que se revolta contra si mesmo, por ineficácia das virtudes idealizadas e por acção das desvirtudes cumpridas.

A vida é, afinal, esta relação do indivíduo com o exterior de si mesmo, na rotina da sua proximidade ou imbuída de elementos que abraçam a lonjura do espaço e dos tempos.

E é aqui que a vida ensina, numa dialéctica de buscas e encontros, de exigências e respostas, de aspirações e compromissos. A vida, que absorve e transforma os actos, pode ainda equilibrar juízos, ou não, e temperar ou despoletar emoções e, assim, moldar o sentido que cada um dá à própria vivência... de si, para si e para fora de si.

Mas a vida dispõe, ao indivíduo e ao colectivo, de opções que se afiguram modelarmente como ideais, princípios e valores, traduzidos em ética, moral, justiça, direitos... e também todo o reverso, a que chamamos mal - para as consciências, pecado - para as almas, erro – para os intocáveis e crime - para os indivíduos comuns.

A liberdade é, tão somente, a escolha de opções, por parte do indivíduo, mas que pode perdê-la, sem se dar conta, quando essa escolha não se resguarda da estandardização fácil que o colectivo adopta... e assume... e impõe. E quando isso acontece, esse colectivo de indivíduos, que é a sociedade, vive... uma existência de inacção do espírito e de conformismo de atitudes, sacudidos apenas quando, no dia-a-dia, se sente oprimido pela angústia... de não poder encontrar solução aos seus desencantos.

Um dos elementos que avivavam a chama da resistência, no país que me fez indivíduo, foi o slogan de uma nova ordem mundial. Quatro décadas depois, a nova ordem mundial ficou subordinada à globalização de ideias, formuladas por um pequeno grupo de indivíduos... à globalização de actos, comandados por um reduzido número de indivíduos... à globalização de políticas, decididas por um pequeno grupo de indivíduos... à globalização de regras e critérios, estabelecidos por um reduzido número de indivíduos... numa globalização real da ... atrofia das mentes.

Hoje, o mundo, no seu colectivo maior, perdeu o rumo... porque só age por reflexo e perdeu a subtileza de ser humano, e se tornou refém da padronização do seu activo íntimo, que é o acto de pensar, de conhecer e de entender... para inspirar acções.

Defende-se a violência para se criar uma paz impossível, condenam-se os fracos para mitigar a absolvição das próprias culpas, preza-se a hipocrisia para dar sentido a ideologias ortodoxas de supremacia, recorre-se à falsidade para se dar valor à livre expressão.

A liberdade ficou subjugada pelos interesses dos poderosos, a democracia violentada para a defesa dos mais fortes, os direitos humanos espezinhados pelos interesses económicos e, a justiça, restrita aos segmentos mais frágeis de colectivos, compartimentados em cada país, por obediência a outros.

O mundo necessita de coragem para romper com as barreiras dos interesses que, pretensamente globais, conduzem a actos de injustiça, com que nos deparamos ou testemunhamos directa ou indirectamente. Hoje, o colectivo das pessoas reage, numa similaridade confrangedora aos revolucionários da década dos sessenta, que devoravam as máximas e as vomitavam, incendiando os ares de um outro fenómeno global... da ignorância inocente de uma humanidade, ainda descalça e analfabeta, isolada e sub-desenvolvida.

Mas o indivíduo, como o colectivo de hoje, está intoxicado pelo avanço da ciência de que ficou escravo, e continua descalço porque os sapatos estão sempre a pedir reciclagem; e continua analfabeto, porque não percebe que já percebeu que os problemas são sistémicos e estruturais.

O indivíduo, como o colectivo de hoje, preenche cada momento do seu dia no consolo das novas tecnologias, que transpõem fronteiras, mas continua isolado, porque embora se comunique com outros à distância, as palavras já nem confortam as suas penúrias; e continua sub-desenvolvido, porque ou lhe pagam para não produzir ou não tem emprego e lhe negam oportunidades.

O indivíduo, como o colectivo de hoje, ficou reduzido ao automatismo do pensar e tornou-se adicto à droga do ‘marketing’, tornou-se escravo da especulação dos grandes capitais e ficou refém da subida e descida das bolsas de valores, que não são suas, porque as suas magras carteiras só acumulam cartões de dívidas.

Num retrato amalgamado de indivíduos... sem rosto, sem cor, sem origem, sem futuro... o colectivo de hoje encontra-se estilizado nos mais altos ideais da ditadura moderna... que faz vénia aos poderosos de dinheiro e influentes na política. Sob outro ângulo, já numa dispersão espacial, vemos indivíduos... com rosto, com cor, com origem e com futuro, de promessas de miséria... tornados números adoptivos de grandes Organizações, que se pagam bem, para perpetuar a ajuda a pobres de participação e a esfomeados da justiça social.

Numa referenciação a grandes e pequenos colectivos, onde uns são dadores de sangue, enquanto outros, dependentes desse sangue, eles todos se confundem em ideais que se transformam em campos de batalha, que geram desconfianças e alimentam incertezas, que exaltam ódios e motivam vinganças.

Houve já demasiados debates sobre a não proliferação de armas. As empresas de armamento arrecadam triliões de dólares de lucro, com as guerras que não perspectivam um final decisivo, em tempos menos próximos.

Milhões de seres humanos estão sob a ameaça de morrerem de fome. As ajudas humanitárias vão chegando para distribuir comida e tendas, sem uma perspectiva clara de água para a agricultura que não existe, e assim dar força à apregoada sustentabilidade... na pobreza de milhões e milhões de crianças, mulheres e homens.

No mínimo, retenho a liberdade de pensar em voz alta: os indivíduos no poder perderam o sentido humanista no tratamento dos problemas do colectivo. No mínimo também, não estou impedido de perceber que a decisão desses indivíduos ficou enjeitada

nos volumosos relatórios dos ‘so called’ proeminentes grupos, prestigiados por analisar os outros. E responsabilizar os outros. Somente os outros.

Só assim, indivíduos, no colectivo, já podem dizer: nós e eles! E, em situações imperfeitas, onde não há aceno a alternativas, a doutrina da chantagem: ou nós... ou eles!

Hoje em dia, onde o fanatismo se agudiza para marcar supostas diferenças... em nada mais que aberrações ideológicas, nesta aldeia global onde todos somos chamados cidadãos do mundo, as Universidades seriam a escola de referência de cidadania. Os jovens de hoje são a promessa do futuro. Um futuro necessariamente diferente, um futuro de maior humanismo e de maior justiça social, um futuro de maior respeito mútuo e de verdadeira paz... em todo o globo e para todos os seres humanos.

E esse futuro já deveria ter dado início... como reparação do presente!

Deste presente... onde a vida já não é mais que uma previsão devastadora do imprevisível da aliciante ciência política e financeira, onde a tecnologia de mercado faz o ‘merger’ da necessidade com a dependência.

Peço desculpas por a ‘oração’ não ter sido nem ‘breve’ e muito menos ‘elegante’, como seria da praxe.

Foi apenas um rascunho no ócio do tempo e do espaço, no singular de um indivíduo, que quer sua integração ao tempo e ao espaço do colectivo. Retomei, por força das circunstâncias, o melancólico e o rústico mas reconfortante canto das aves, do meu país, que invariavelmente anunciavam, todos os anos, a chegada da época das chuvas, mas precisamente dessas aves que desapareceram, por acção e obra do ‘climate change’ que, afinal, nós os timorenses não provocámos.

Agradeço à Faculdade de Letras e à Universidade de Coimbra esta honra e agradeço também a presença de todos e o carinho dos amigos.

Muito obrigado.

Kay Rala Xanana Gusmão
28 de Setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Folaran : Partidu CNRT la’os Partidu Semanal

Addthis
Irabindecima- Partidu Kongresu Nasional Rekonstrusaun Timor Leste(CNRT) hanesan Partidu polítiku ida la’os partidu temporáriu ka Partidu semanal.
Relasiona ho ema balun dehan katak Partidu CNRT ne’e hanesan Partidu provizóriu ka Partidu semanal deit bainihra ninia misaun hotu Partidu ne’e sei taka.

Maibe tuir Vise Sekretáriu Jeral Partidu CNRT, José da Silva(Folaran) iha Sábadu(17/09) semana  kotuk iha Suku Irabin-Decima hateten katak Partidu CNRT ne’e maka hamrik iha tinan 2007 ne’e mos partidu sira seluk ne’ebé maka ejiste iha Nasaun foun ida ne’e.

“Ema balun dehan Partidu CNRT trazitóriu, nia moris iha situsaun ida ne’ebé bainhira situasaun diak ona Partidu ne’e sie lakon ida ne’e lalos. Bainhira partidu polítika ida ne’ebé maka rejistu ona iha Tribunal Rekursu ne’e partidu  legal, bainhira partidu polítiku ida lakon ne’e nia la asentu iha Parlamentu Nasional” dehan Folaran iha Irabere Sábadu (17/09) semana kotuk.

Vise Sekretáriu ne’e mos subliña tan katak Partidu CNRT la’os hanesan partidu kiik oan sira seluk, maibe Partidu  CNRT iha ninia vizaun no objetivu ne’ebé maka forte teb-tebes atu dezenvolve rai ida ne’e la hanesan partidu sira seluk.

Nune’e nia husu estrutura tomak iha baze lalika fiar boatu sira  ne’ebé maka  mosu iha rai laran oin-oin atu mantein paz no estabilidade iha rai laran.

“Hau husu ba estrutura tomak Partidu CNRT nian husi nasional too iha baze katak  lalika fiar ba voatu sira ne’ebé maka agora dadaun komesa espalla iha rai laran no ita tenke mantein harii paz no  hametin estabilidade  rai ida ne’e” Folaran hateten.

Partidu CNRT mos fiar katak iha eleisaun jeral 2012 sei la mosu tan konflitu ruma iha tempu eleisaun, bainhira konflitu ruma mosu iha ita nia rain entaun Partidu CNRT la’os hanesan  partidu polítiku ida.